Curso Lembrancinhas e Flores em EVA

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Você vai aprender:

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Módulo 2

Lembranças para Chá de Cozinha, Dia das Mães,

Encontro de Mulheres etc.

Módulo 3

Lembrancinhas para Noivados e Casamentos

Módulo 4

Flores em EVA

Bônus

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Embrulha-se amor

Quando uma cena te emocionar, tocar seu coração, não fique com o registro apenas para você em sua tela mental. O mundo carece de emoção, de afetos, de boas histórias. Divulgue-a.

Aconteceu na entrega de fitas das bailarinas do estúdio Sonharte, na última terça-feira, 12 de dezembro.

O rito assemelha-se às mudanças de faixas nas artes marciais, onde estão envolvidos o reconhecimento do mestre, bem como o merecimento do aluno.

Apesar da prática de entrega de fitas não ser lugar-comum no ballet, Carol Rodrigues, que está a frente do Sonharte, mantém essa tradição entre seus alunos, iniciando os festejos de encerramento de mais um ano de trabalho de seu estúdio de dança.

Ao entregar as fitas para a turma de bailarinas entre 9–11 anos, a ansiedade era visível no olhar das pequenas bailarinas.

Elas trazem sonhos…e passar para a modalidade “pré-ponta”, que irá lhes preparar para calçar as sapatilhas de “ponta” numa fase posterior, certamente é o desejo da maioria das dançarinas que se dedicam a esta arte.

Mas para tal, o corpo precisa estar preparado para essa mudança, e isso varia de pessoa a pessoa.

E das sete pequenas artistas, três foram contempladas com a promoção. E todas juntas choraram. Não por frustração, de não ter sido dessa vez… mas pelo sucesso das amigas que conseguiram, finalizando em um abraço coletivo.

Você vibrar com o sucesso do outro, nos dias atuais, é algo digno de nota. E foi de emocionar. Parabéns equipe Sonharte!


Sonhar Arte, uma proposta que precisa ser melhor compreendida por aqueles que ali levam seus filhos. Eles não ensinam somente o ofício da dança, vem sempre algo mais.

Um estúdio novo, bem diferente de tudo que já vi. Ali, embrulha-se amor… pois é fruto de um trabalho em família.

Que venha o coroamento do trabalho anual, o espetáculo “Estações”, com renovada chuva de emoções no teatro da CDL.

Se aceitam uma dica: mulheres sem rímel, e todos com lencinhos. Até lá.

Pequeno Conto: Passagem

Estava sentado na varanda observando as pessoas, clássico do interior ou flâneur. Alguns passaram gritando uns com os outros, já certas crianças pulando de alegria. Um casal passou vagarosamente abraçados, andando e trocando carícias, ora paravam e sussurravam algo no ouvido caindo na gargalhada. Um outro casal estava lado a lado sem dar as mãos, quietos e olhando para baixo seguiam o caminho. Uma família, três filhos e dois cachorros passaram quase voando, muito rápido. O mais impressionante foi um adolescente com as unhas pintadas de preto e olhos ressaltando o gótico. Vinha devagar, solitário, parecia que algo o atormentava e foi diminuindo a velocidade até chegar na minha frente, olhou-me e sentou na sarjeta de costas para mim. Iniciou um choro abafado e angustiado cabisbaixo. Como era impossível se levantar eu cheguei o mais próximo possível e desabafei:

– Já passou tanta gente aqui, sinal que o desfile anual acabou. Pessoas de todo estado emocional. Certa vez, eu fui ao desfile com meus filhos, como pode ver já estão crescidos e não vêm mais me visitar. Raramente aparecem. Em um determinado dia, eles insistiram para não ir dizendo que era coisa de velho, gostavam mesmo da capital, animada que só. Foi na volta, em uma rua próxima que um ladrão drogado nos abordou. Resumindo a história, reagi ao assalto tentando defendê-los e a bala ficou alojada na minha coluna, perdi os movimentos da cintura para baixo. Já minha esposa não teve tamanha sorte e o tiro atravessou sua face. Tentei ao máximo ser pai e mãe para meus filhos mesmo debilitado fisicamente. Um deles tinha o hábito de pintar as unhas de preto iguais as suas. O mais impressionante é que cada pessoa que passou hoje nesta rua tem uma história para contar, algo trágico ou simplesmente desabafar. Não precisa falar nada para este velho que só gosta de contar a história da vida, não estou dizendo que a minha é mais importante ou mais trágica que a sua. Mas só lhe peço que não venha chorar mais na minha frente. Pegue esse trevo de quatro folhas que guardo em minha carteira e leve. — Virei-me e entrei para minha casa.

por air.

Frida Kahlo: La prima instagramer della storia — Enfasi Marketing Blog

Io non so se ogni tanto capita anche a voi, ma quando mi sento poco ispirata, decido di riguardare vecchi film, soprattutto quelli con protagonisti che combattono battaglie personali o famosi per aver cambiato qualcosa nel mondo.
L’altra sera mi è “capitato” per forse la ventesima volta, Frida, il film con Salma Ayek che racconta la sua storia. Ogni volta che lo riguardo, riscopro un pezzo di lei che mi ero persa perché Frida è arrivata prima su un sacco di cose, sul femminismo, sulla propaganda della sua cultura, sull’impegno politico, e stavolta mi è apparso lampante come Frida fosse arrivata prima anche sui Social Media, iniziando ad usare Instagram circa mezzo secolo prima del suo lancio.

Modalità selfie (o autoritratto)

Nella storia di Frida è successo questo: all’età di 18 anni l’autobus della scuola su cui lei viaggiava, finì schiacciato violentemente contro un muro e per lei fu l’inizio di una vita di dolori lancinanti e di 32 operazioni. Costretta a letto per anni inizia, (con l’aiuto di un letto a baldacchino con uno specchio installato sul soffitto), a realizzare dei suoi autoritratti. Il suo primo lavoro fu un autoritratto, che donò al ragazzo di cui era innamorata.
Frida però si ritraeva esattamente per quello che era, senza filtri, senza fare prima 35 scatti, senza post-produzione e le motivazioni erano diverse.

“Dipingo me stessa perché passo molto tempo da sola e sono il soggetto che conosco meglio.”

Filtro Frida

Frida non sceglieva filtri, lei ne componeva uno specifico, inventato da lei e segretamente custodito nel suo diario. Il composto per avere esattamente quel i colori che contraddistinguono i suoi quadri era formato da:

  • tuorlo d’uovo
  • olio di lino crudo
  • gomma mescolata a trementina
  • acqua

Dopo poco più di una settimana macinava a quest’emulsione i colori. Poi se voleva un effetto più saturo vi aggiungeva una resina raccolta dagli alberi, un pigmento che la aiutava a vivacizzare i colori.

Le frasi che accompagnano i post

Prima che arrivassero le decine di app che ci fanno scegliere frasi tattiche d’amore e quote intrise di saggezza, Frida scriveva spesso didascalie, pensieri direttamente sul dipinto, per essere ancora più diretta e per riuscire ad aggiungere ancora qualcosa in più all’immagine. Esattamente come facciamo noi con le nostre descrizioni su Instagram. A Frida, poi, veniva spontaneo scrivere e dire cose spiazzanti e spettacolari anche fuori dalla sua “galleria”…

“È lecito inventare verbi nuovi?
Voglio regalartene uno: io ti cielo, così che le mie ali possano distendersi smisuratamente, per amarti senza confini.”

@

Il nostro @ che utilizziamo per attirare l’attenzione di qualcuno o includerlo in una conversazione, per Frida era la dedica ad una persona che poi diventava il titolo del dipinto stesso. Ha tirato in causa nelle sue opere diversi personaggi, da Stalin a Trockij ed ovviamente le sue scimmie. Con Diego Rivera, poi esisteva tutto un altro modo. Il dirgli “ti penso” era mostrargli che ce l’aveva piantato lì, in mezzo alla fronte.

Quindi Instagramer di tutto il mondo, possiamo postare tutte le foto coi filtri più fighi del mondo, possiamo avere millemila di follower e scrivere le descrizioni più pensate del mondo, ma rassegnamoci, il profilo seguito che ha avuto ed ha tutt’ora lei, non l’avremo mai.

Tra l’altro, sarà un caso che la foto con più like della storia è quella di Beyonce incinta dei due gemelli, immersa in un ambiente zeppo di folklore messicano?

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Originally published at www.enfasiweb.com.

A Cultura do remix em um mundo repetido

(You can also read this article in english here)

A palavra remix sempre teve uma forte ligação com a música. Até porque surgiu neste exato contexto: para definir alterações feitas em áudios originais que começaram a acontecer a partir dos anos 70. Era um conceito de pós-produção musical que até então quase não existia.

Junto com o remix, renasce a profissão de DJ (disc jockey), que veio das rádios, mas passa a definir a pessoa responsável por misturar e agrupar uma série de faixas, que em sintonia, dariam o tom da pista de dança.

Mas o conceito de remix vai além. Nunca coube em um molde exclusivo para a indústria sonora porque em todas as áreas de expressão é possível ver recortes e colagens em um modelo de reconstrução.

A exemplo do raciocínio do artista Austin Kleon, autor do livro “Roube como um artista”, a própria natureza genética sempre fez uso deste recurso. Afinal a mistura de genes ajudam a formar organismos originais e únicos, mas que representam a união de DNAs de seus antecessores. Neste caso, 1+1 =3.

“Você é um remix da sua mãe com o seu pai e todos os seus ancestrais”

Austin Kleon

Assim, aos poucos o termo vem se ampliando para diferentes mídias além das músicas, apesar de ainda conter alguns bloqueios quando transportado. O teórico da comunicação Lev Manovich faz uma ótima reflexão sobre seu uso:

“Uma vez que, em minha opinião, a música eletrônica e o software servem como os dois principais reservatórios de novas metáforas para o resto da cultura hoje, essa expansão do termo é inevitável. Só se pode perguntar por que não aconteceu antes. No entanto, ficamos com um paradoxo interessante: enquanto no domínio da música comercial, o remix é oficialmente aceito, em outras áreas culturais é visto como violação dos direitos autorais e, portanto, como roubo. Assim, enquanto os cineastas, artistas visuais, fotógrafos, arquitetos e criadores da web rotineiramente remixam obras já existentes, isso não é admitido abertamente e não existem termos adequados equivalentes ao remix na música para descrever essas práticas”.

O que indica que misturar é uma das técnicas mais usadas no processo da criação. Seja da biologia a qualquer forma de arte.

Para nós seres humanos em especial, que não temos o dom de fazer cópias tão perfeitas quanto a nossa própria natureza, nada facilitou tanto a exploração do remix quanto os avanços tecnológicos.

Os softwares de edição permitem a experimentação na base de tentativa e erro de uma forma que nunca antes ninguém poderia ter feito por meios manuais. E para ajudar, a internet liberou acervos de referências ilimitados.

A abertura dos portões da informação e do acesso ferramental em larga escala, fez com que o remix se tornasse um reflexo do esgotamento pós-moderno em que “quase tudo já foi feito”. Ou seja, se não há mais como inovar por completo, então vamos testar bater os ingredientes no liquidificador (ou melhor, no computador) e partir daí, criar algo novo.

Hoje vivemos no que se pode chamar de “cultura do remix”, cultura essa que pode estar em seu ápice, como também considera Lev Manovich. Isso porque conforme avançamos no século 21 , fica cada vez mais difícil inventar, por exemplo, um novo estilo musical ou mesmo uma nova cor que ainda não tenha sido catalogada.

E por falar em cor, nem mesmo elas ficaram de fora do dilema. Você já deve ter reparado que o gradiente tem marcado presença para amenizar a repetição de cores sólidas no mundo do design. O designer Gal Shir escreve sobre essa tendência em seu artigo “Are gradients the new colors?”, ao deixar claro que a mistura de cores tornou as comunicações mais atraentes diante de um mercado tão abarrotado de marcas e identidades visuais.

“Parece que nós ficamos entendiados de todas as cores que existem no mundo, então nós criamos novas formas de usá-las”

Gal Shir

Assim, é natural a mudança nos conceitos de autoria a partir do momento em que nada surge do zero. Agora as coisas partem de um cenário de bases repetidas aguardando para serem incrementadas por outros elementos que darão a sensação de originalidade.

Parando para pensar essa é quase uma questão matemática, já que é possível comportar uma infinidade de números ao se trabalhar com apenas 10 tipos de algarismos diferentes. O infinito é apenas consequência desta combinação.

James Temperton

Logo um pouco depois da virada do século ficou claro a maneira como reinterpretamos essa cultura com um olhar um pouco mais rebelde através dos meios digitais . Foi quando na própria internet começaram a surgir subculturas que elevaram o remix a um nível que literalmente remete ao colapso de informações.

O seapunk foi um desses movimentos. Em 2011, algumas pessoas estavam postando diversas montagens com o tema de mar e praia no Tumblr. Essas artes digitais se enquadram em uma estética cyberpunk que mistura elementos gráficos de computação antigos, símbolos ocultistas e outros mais populares que representam vibes positivas como yin-yang, pease e smile.

Além do forte apelo visual, enquanto microcultura, a música também teve um peso importante para o gênero onde referências diversas se mostraram presentes na música eletrônica Seapunk, que combina house, pop, techno e hip hop dos anos 90, além de muitos sons de oceano e de vídeo-games. A sua atmosfera extremamente positiva e otimista representa a filosofia do lema “life is a beach” (a vida é uma praia), onde prevalece um modelo utópico de paraíso digital.

Esse tipo de colagem em forma de movimento ajuda a representar um marco onde é possível enxergar o remix não apenas como técnica para um arquivo isolado, mas a sua inserção dentro de um contexto mais amplo envolvendo moda, música e artes visuais ao mesmo tempo. Aqui ele se torna parte da construção de uma visão de mundo, ainda que imaginária.

O mais curioso é perceber a suposta falta de ligação entre os itens dessa fórmula, considerando que nunca coexistiram entre si em qualquer outro modelo além da criatividade na internet, onde praia, vídeo-game e ocultismo conseguem se unir e formar uma unidade dentro do seapunk bem ao estilo “faça você mesmo”.

É a internet sendo usada como nosso parque de diversões digital. Aqui nós podemos ser quem quisermos e inclusive agregar esse estilo à uma personalidade individual, ao rever tudo aquilo que existe através de lentes próprias.

E apesar desse pequeno movimento ter tido impacto especialmente nos EUA, onde surgiu, e em alguns lugares do Japão, um outro modelo de remixagem peculiar surgiu em paralelo, o vaporwave. Esse movimento teve inclusive uma repercussão ainda mais expressiva.

Diferente do clima leve e divertido da praia o vapor tem um conceito mais denso e até crítico com relação às transformações da sociedade. A remixagem aqui, que é a base tanto para as músicas quanto para as artes digitais, se torna instrumento de reflexões mais profundas.

No vapor nós encontramos além da nostalgia computacional, as modelagens tridimensionais, as artes greco-romanas e também a presença de marcas famosas e comerciais das décadas de 80 e 90. A publicidade é usada não só para satirizar o consumismo, mas de certa forma também agregada como parte essencial da cultura vigente.

Fica claro que uma grande crise de identidade está por trás desse sonho psicodélico-cyberpunk que mistura esses elementos. A partir daí também começa a surgir um marco constante de glitch, que representa a falha nos sistemas de computação mas também recria a sensação de disruptura do sistema real que mal consegue se sustentar.

Os loopings que aparecem tanto nos vídeos como nas músicas, são como um disco quebrado reproduzindo os mesmos padrões repetitivos ao mesmo tempo que a mistura de elementos de contextos tão diferentes trazem um novo olhar até mesmo futurista.

Quando se analisa o salto cronológico que vai de monumentos greco-romanos à interfaces do Windows 95 e 2000, é possível fazer uma alusão à evolução da humanidade. Como se indiretamente, mais do que olhar para o passado, o vaporwave nos convidasse a uma reflexão um tanto irônica com relação ao futuro: “Para onde vamos agora?”

Dessa forma, a nostalgia é na verdade um meio para se chegar a uma visão contemporânea. Enquanto aumentam-se a resolução das telas com definições em 4K e não param de surgir aparelhos modernos e cheios de funcionalidades, o vapor é completamente lo-fi. Uma pausa, um passo atrás já que nossa vida é ditada pela aceleração em bens, números e tecnologia, ainda que os propósitos não estejam bem definidos. A frustração é tanta que o computador ficou enjoado com o excesso de informações e vomitou tudo de uma só vez.

Podem dizer que o vaporwave já morreu, mas o movimento foi propulsor de efeitos permanentes em toda a comunicação que viria a surgir depois e representou mais do que nunca o momento de colisão de dados do modo em que vivemos hoje.

A sua estética claramente já foi absorvida e dissolvida pela cultura mainstream incluindo claro, a própria publicidade e a indústria pop, o que apesar de soar irônico, mostra mais uma vez o impacto dessa cultura de releitura que mastiga e reapropria tudo para contextos às vezes completamente diferentes.

E logo um tempo depois da eclosão dessas subculturas, um outro momento intrigante surgiu quando até os computadores brincaram de remixar imagens. O responsável foi o Google com seu sistema Deep Dream, capaz de reinterpretar imagens ao passá-las por camadas de neurônios artificias.

Na prática, o que vimos foi na verdade a inteligência artificial fazendo aquilo que já nos é muito peculiar: misturar arquivos preexistentes, porém de forma aleatória.

E olhando para frente, muitos já se perguntam: o que vem depois do remix?

Apesar de não ser possível saber, o que sabemos é que será difícil largar a mania de montar e desmontar as peças do quebra-cabeças como já estamos, agora mais do que nunca, acostumados.

Hoje somos todos como DJs em potencial procurando a sintonia entre passado, presente e futuro em um processo de reinvenção constante. E mesmo que essa tendência diminua, sempre haverá espaço para algum tipo de remodelagem que traz do velho uma oportunidade de ressignificação peculiar para criar o novo.

Pelo menos até agora, foi por meio desse processo que conseguimos abrir as portas do tempo e cruzar os limites da geografia para assim tornar possível o encontro de culturas e estilos que nunca teriam colidido se não fosse pelo remix.

Sem medo da arte

‘A natureza desperta novos olhares para ver o mundo e pensar a sociedade’

Aproveitei a oportunidade e entrevistei o Dudu, que trouxe nos trouxe reflexões sobre essa relação da arte e natureza na primeira infância.

Dudu, conta um pouco para a gente sobre a oficina

Sou formado em dança, então a minha relação com a arte sempre é pelo viés do movimento. Tenho esse foco porque natureza é movimento. Tudo que é vivo está em constante movimentação e isso é uma inspiração para mim como criador e pesquisador da arte. Ao mesmo tempo, vejo como a infância é focada na questão do movimento, do despertar, do se mover, do ir em busca, da pesquisa. E a natureza, desde sempre, vai fomentar a gente enquanto ser humano.

Uma linha que sigo muito é a da teórica de dança Irmgard Bartenieff, que fala sobre a progressão do movimento do ser humano a partir do desenvolvimento enquanto espécie. Segundo ela, a memória corporal desde a saída da água até a evolução para ficar em pé é uma herança da natureza. Ao juntar esse olhar, com a parte cultural que se constrói a partir da observação da natureza, a arte surge a partir do que a gente experimenta, escuta, vê. Por exemplo, o canto de um pássaro serve de inspiração para uma música. O contato com a natureza em relação à arte é cada vez mais inspirador e faz que a gente cresça enquanto ser humano.

E para as crianças, como você enxerga essa relação com a natureza?

E o contato da primeira infância com a natureza é muito importante. Subir e descer de uma árvore pode até parecer algo simples, mas ali se está trabalhando força, flexibilidade, equilíbrio, atenção, reflexo. Além disso, lá em cima da árvore, essa criança já muda a perspectiva do olhar, ao se pendurar de cabeça para baixo, ela começar a ver o mundo de outra forma e isso já pode ser inspirador para uma criação. Na hora que a criança for desenhar, ela passa a retratar também o mundo diferente. E os artistas são isso, esses veem o mundo de forma diferente do senso comum, que faz com que ele crie e desperte o olhar para outras coisas.

Dudu acompanhando a exploração das crianças ao subir na árvore

A gente não precisa só dos materiais e ferramentas artísticas para se produzir arte, como pincel, tinta ou lápis. Um desenho feito na areia, na terra, com as colorações da terra, das flores, tudo isso está na natureza e foi sendo reproduzido e sistematizado ao longo da história da arte, com os artistas descobrindo as colorações, pigmentações e formas. E por que as crianças não podem fazer da sua maneira? Por que elas não podem ter primeiro esse contato com a natureza para ela própria descobrir as colorações, os feixes de luz pela sombra e pelo sol?

O contato com a natureza traz essas percepções, e aqui na oficina a gente relaciona essas experiências com a arte. Ao encontrar uma árvore muito distorcida, a gente traz um artista que trabalha com torção e pintura abstrata, de forma que a natureza seja um despertador do conhecimento. Outro ponto, às vezes a gente fala sobre uma árvore que é sagrada para alguma religião ou por uma cultura, e aí apresenta para essa criança essa cultura e também um novo mundo. Então, a partir da natureza, você desperta novos olhares para ver o mundo e pensar a sociedade.

E isso, gente, que tal aproveitar então o final de semana para curtir com as crianças lá do lado de fora? Aproveita e conta para gente as suas aventuras com os pequenos.

El periodismo de cultura y arte en los medios especializados

El periodismo de cultura y arte en los medios especializados

¿Qué funciones debería cumplir prioritariamente el periodismo especializado en el área?

La cultura es algo más que la música, la pintura, la escultura, los libros o la interpretación. La cultura es la manifestación viva de la conciencia de cada uno. La cultura es la personificación de los pensamientos, la plasmación de las ideas y sobre todo la materialización del verdadero ser de cada uno. Cuando nuestros antepasados plasmaron su día a día en las pinturas rupestres o cuando una tribu perdida en el Amazonas creó un ritual para dar lugar a la vida, estaban personificando pensamientos, que es la principal facultad del ser humano. Ponerle forma a la conciencia, transmitir sentimientos. Por lo tanto, cuando hablamos de arte, hablamos de la vida misma. Un artista pone forma a sus pensamientos y el resultado es la cultura.

Por lo tanto, el periodismo especializado en cultura ha de ser un aparato que difunda todo tipo de realización artística de manera honesta, veraz, realista y sobre todo rigurosa. La información posee un poder enorme y el manejo de ese poder puede convertirse en manipulación. El periodista no ha de olvidar que su función es la de informar y no tergiversar, ser justo con la información y con el público que recibe dicha información.

El periodista especializado en cultura debe informar de una manera clara y veraz, enriquecer culturalmente, y aportar constantemente algo que le falte al público. Es una persona con una clara vocación por un arte determinado. Seguir amando lo que hace debe ser el principal requisito para un periodista especializado. Solo de esta manera trabajará con motivación, la cual da lugar a la innovación, y no al estrés y la desgana.

¿Cómo es la audiencia del periodismo especializado del área?

La audiencia en este sector se encuentra comprendida entre los 21 hasta los 60 años. Si estudiamos las edades alcanzadas de la audiencia, se puede observar que se encuentran en periodos de aprendizaje como universidades o estudios superiores y en situación de prejubilarse o con una gran disponibilidad de tiempo libre dedicado al ocio.

Existe una leve diferencia en cuanto a los porcentajes de la audiencia que separan al sexo femenino del masculino. Es mayoritaria la audiencia femenina por un porcentaje mayor a la masculina, pero con muy poca diferencia entre ellos. Además, dentro de los perfiles económicos que afectan al porcentaje, hay una gran importancia en cuanto al tipo de ocio en el área de cultura. Se observa que, a mayores ingresos, mayor será el tipo de audiencia entre las personas.

En cuanto a la clase social del área, predomina la clase social alta y la media alta. Aquí se encuentran los consumidores que se pueden permitir este tipo de gustos y pueden desembolsar más dinero en ellos. Por supuesto, al ser una oferta de gran amplitud, hay bastantes intermediarios a los que referirse a la hora de realizar estudios de mercado en el sector cultural. Sin embargo, en la clase social baja, que no quiere decir que sea menos importante que las anteriores, pero que por sus ingresos no existe una extensa permisiva de gastos a la hora de elegir el área de cultura para su tiempo libre.

Por otro lado, el nivel cultural que afecta a esta área no requiere de excesivos conocimientos previos a la hora de consumir contenido. Aunque tener una base ayudará bastante para poder disfrutar de él. Se muestra un claro nivel que encierra a todos los grupos, pero sin haber abismales diferencias entre las clases sociales.

Con ejemplos claros hacia la amplia oferta de secciones dentro de la cultura como pueden ser la fotografía, la danza, el cine, el teatro, etc. Se demuestra la gran acogida que llega a tener esta gran familia, en continuo crecimiento, ya que el área de cultura abarca una extensa cantidad de tópicos y temas a los que hace referencia.

A la sociedad le gusta no solo mantenerse informada dentro del sector cultural, sino que igualmente buscan una clara alternativa a la hora de invertir tiempo de ocio en nuevas ofertas que pueden ofrecerse en las ciudades. También hay que hacer mención a la necesidad de involucrarse en los medios de comunicación cuando se trata de demostrar el aprendizaje que los diferencian de todas las personas que lo congregan. Las necesidades hacen al individuo generar cierta curiosidad a la hora de buscar información. Se ha de mencionar también a las diferentes instituciones que mantienen la curiosidad de los ciudadanos mediante numerosos medios, creaciones nuevas de espacios, nuevas obras e incluso de otros tipos de formación a la hora de acoger a las nuevas tecnologías.

El ciudadano busca nuevos aportes para su disfrute en el área mediante ocio y una oferta muy alta. Con ello se generan más posibilidades de crear espacios disponibles para el ocio cultural y artístico.

¿Cuáles son los medios especializados más consumidos en el área?

Los medios especializados más populares del área cultural son los siguientes (en orden de más a menos audiencia): Fotogramas y Dirigido por… Estos son los dos medios especializados con mayor número de ventas en España. Ambas son publicaciones relacionadas con el cine y las series. Personalmente tuve que hacer el análisis a la revista Dirigido por… esta es una revista completa, profesional, interesante y muy rigurosa. La información que encontramos en el ejemplar va desde el reportaje hasta la crítica. Es muy completa ya que cuenta con todos los estilos y tonos posibles. La cifra exacta de la audiencia que consume la revista no la conocemos porque la propia empresa no facilita esos datos -textualmente dicho por uno de los trabajadores con los que hablé-.

Sabemos que tiene menos audiencia que Fotogramas, la cual es la publicación número uno en cuanto al cine en España. Tiene hasta un especial en Movistar + en el cual se detalla la labor de los profesionales y la larga trayectoria que lleva en el mercado este vetusto medio.

Características de los medios especializados con mayor audiencia

Basándose en las encuestas cerradas ofrecidas por diferentes soportes con amplia gama de solicitud y visualización, nos encontramos con la superación de índices en las audiencias especializadas para la aportación de datos en clave y necesarios para dicha clasificación.

Así mismo se ofrece una determinación para la utilización de los datos ofrecidos para basarse en la expresión que ejerce y conlleva para las diferentes audiencias que se dan hacia todos estos medios. Entonces se debería hablar de los soportes ofrecidos por los diferentes medios para llegar a esas audiencias que tanto persiguen.

Así, con la utilización clave de medios como internet, podemos ver que algunas de las principales características que ofrecen estos medios y soportes es de una amplia oferta de difusión, para dar con las audiencias fuertes y potencialmente más ávidas a la hora de generar esa comunidad de lectores tan necesaria para dar vida a cada medio.

Cabe destacar a Fotogramas aquí por su método de difusión social a nivel de internet. Marca la diferencia respecto a muchos otros medios y ofrece muchas posibilidades de crear una crítica amplia a la hora de entablar diferentes lazos y contactos con sus lectores. La revista en sí da un pase a la hora de ejercer sobre ella un cierto efecto generador de marcadas tendencias para mostrar a su público un abanico de muchas posibilidades que hagan al mismo quedarse sin ningún apuro.

Pese a todo hay que decir que los nuevos métodos de difusión que dan las nuevas noticias son más acogidas por un público prominentemente influenciado por internet, ya sea por comodidad o por rapidez de uso y de búsqueda.

Un click o un touch, como ya se dice más por los cambios físicos que se presenta en las nuevas tecnologías, son los generantes de baremos que dan los mayores índices en datos. Luego nos ofrecerán las noticias más relevantes según nuestros gustos o sistemas de búsquedas.

En estos casos importa mucho el método usado por cada medio de difusión para dar en clave con su publico en concreto y así poder ofrecer sin trabas esas nuevas tendencias culturales, o según nuestras determinaciones en búsqueda, para cada lector.

Si hablamos de los otros soportes mencionados en los demás medios de comunicación, la radio, pese a su antigüedad, está encontrando un nuevo público con ansias de volver a la enseria. El público que busca un concepto de la transmisión mucho más natural o con un nuevo concepto de este, que de una sensación de nuevas capacidades que no dejen desaparecer a la misma.

Hay que hacer mención de algunos soportes que dan ese nuevo potencial para esta subida de audiencia hacia estos medios casi en extinción. Gracias a los nuevos soportes de difusión que ejercen los medios a la hora de conectarse con público y con su medio preferido mediante seguimientos directos que el mismo ofrece.

Contenidos que se abordan principalmente en el área

Los contenidos que se abordan dentro del área de cultura y artes son el cine, la música, la danza, el teatro, el arte, la literatura, la arquitectura, la pintura, la historia y la escultura.

Hay una clara diferencia entre los medios generalistas y especializados en cuanto a la búsqueda de originalidad y exclusividad. También influye el soporte.

La radio generalista analizada, la Cadena Ser, intenta incluir ese toque de originalidad y exclusividad en sus noticias. Está claro que se tiene que informar de los grandes acontecimientos, como festivales de cine, de los que todos los medios se hacen eco.

Museo Pablo Escobar (0:51:47) Programa del 22/09/2018: https://play.cadenaser.com/programa/hora_14_fin_de_semana/?autoplay=false

Epi y Blas: esperanza LGBT: https://play.cadenaser.com/audio/201809231255116/

La televisión generalista se guía más por el conglomerado al que pertenece la cadena. El caso de Mediaset es muy claro: todos los canales del mismo grupo anunciarán la película producida por la empresa italiana.

Como temas recientes más explicados en los medios generalistas destacan el ganador del Premio Planeta 2018 y la entrega del Premio Princesa de Asturias a Scorsese.

Por su parte, los medios especializados hacen más hincapié en el Festival de San Sebastián y el desarrollo del acontecimiento. Explicando más a fondo las películas candidatas. También tuvo bastante repercusión el estreno de la película española ‘La Sombra de la Ley’, producida por Atresmedia.

Proposición y selección de los temas y contenidos que se publican

Para contestar a esta pregunta nos referimos a una de las entrevistas realizadas. Javier Torres jefe de cultura en la Cadena Ser.

Explica que la presión en cuanto al número de publicaciones de la sección de cultura es bastante grande. Siempre se intenta incluir algo en los informativos, pero al tener poco espacio, se suele pedir lo noticioso. A través de dos ejemplos como el fenómeno Rosalía y Operación Triunfo, cuenta que en la época en la que vivimos, de la inmediatez y la rapidez, es más importante el espectáculo que la reflexión. Por eso él se ha empeñado durante mucho tiempo en elegir aquellas cosas que reflejen lo que somos: una obra de teatro sobre el maltrato a las mujeres, sobre la memoria, sobre la diversión e incluso sobre la pereza, porque nos retrata más que ir a buscar cosas de fácil consumo.

¿Qué peso tiene el área en los medios generalistas?

El área de cultura en los medios generalistas es muy escasa ya que se relega al final de los diarios online y los telediarios en la televisión. Pero si se trata de un acontecimiento que tiene una repercusión nacional o internacional muy importante como el Premio Planeta, el Festival de Cannes o los Premios Goya, sí que se puede encontrar la noticia o reportaje en el sumario de los medios generalistas.

Aunque la mayoría de las veces, las noticias culturales van al final y solo aparece la más relevante, que te redirige a la sección especializada de cultura. Ya en este apartado se pueden encontrar, bien ordenados, los diferentes temas culturales diferenciados como el cine, la música, el arte, la literatura, etc.

Como ya se ha comentado de la prensa online, lo mismo pasa en los demás medios como la televisión. Suelen dejar las noticias culturales al final o se les dedican muy poco tiempo, hablando solo de lo más importante del asunto.

Como se puede ver en la portada del periódico El País, aparece una noticia de cultura sobre los libros más vendidos en España en 2018. Esto se debe a que, al estar en diciembre, el diario recopila en forma de noticias rankings de los libros o películas más vendidos y vistas a lo largo del año. Pero, en cambio, en el periódico El Mundo no hay noticias de cultura en la portada, hay que bajar hasta casi el final de la página principal para encontrar noticias relacionadas con el área.

Además, en la radio generalista ocurre igual, las noticias relacionadas con el área de cultura tienen un hueco muy pequeño e insuficiente. Se las deja para el final de los programas, como en la televisión. A excepción de algún acontecimiento que tenga mucha repercusión para la sociedad como pueden ser los premios de cine españoles o americanos.

¿Qué diferencias de tratamiento del área dependen del soporte?

Los periódicos, programas de radio y televisión son importantes portadores de la cultura. Entre ellos, el periódico con la tasa de actualización más rápida y el mayor volumen de lectura desempeñó un gran papel en la difusión de noticias culturales. La cultura tiene una sección separada en la mayoría de los diarios. Aunque no ocupa mucho espacio, sigue siendo una parte indispensable del periódico.

En estos años, la cultura en la sociedad ha ido evolucionando. El desarrollo de internet ha contribuido para que la concepción del ámbito cultural haya crecido. La presencia de la información cultural en los informativos de televisión sigue vigente, pero el tratamiento de esta y su importancia ha quedado en un lugar residual.

La información cultural tiene un riesgo principal, y es su escaso atractivo para el público generalista, ya que a menudo es tratada con excesiva especialización. Para que la información cultural alcance un lugar fijo en la programación televisiva, es importante apostar por una serie de ítems. Para empezar, es aconsejable tener una concepción amplia del mundo cultural. Relacionar las artes y las letras con otras áreas temáticas como la gastronomía o las nuevas tecnologías. Precisamente, el cambio tecnológico que se está llevando a cabo ha multiplicado las posibilidades de comunicar cultura.

En los programas de televisión, la cultura tiene una serie de columnas relacionadas, además de ser una categoría separada, y algunos de los principales eventos relacionados con la cultura también aparecen como contenido de noticias. Aunque la atención y el entusiasmo de las personas por las noticias culturales a menudo son inferiores a las noticias políticas o económicas, porque el impacto de la cultura es generalmente lento, pero duradero.

La cultura también ocupa una proporción estable en los programas de radio. Los programas musicales y los de arte tienen una gran relevancia cultural, lo que se suma a la diversión y la connotación del contenido de transmisión. Al mismo tiempo, en los medios digitales, la cultura ha continuado su estado, generalmente como una sección separada, o incluso como un sitio web independiente.

¿Cuáles son los agentes más destacados del área?

Los agentes más destacados en el área de cultura se pueden dividir en tres:

Primero se encuentra la Administración Pública, con el Ministerio de Cultura y Deporte y las consejerías. Segundo, el Sector económico, empresarial y profesional, con ejemplos como el Instituto de Arte Contemporáneo, la Fundación Princesa de Asturias, A3media, SGAE, Academia de cine, Academia de cine de Hollywood, y algunas fuentes personales profesionales como Daniel Monzón (director y actor español) y Michael Moore (cineasta y documentalista estadounidense). Y tercero el Sector social y político con el Ministerio del Interior.

Curiosamente, en esta área no existe una ley que regule la cultura. Pero también se pueden encontrar fuentes documentales destacadas como el Banco de Datos y Estadísticas donde se encuentra el Anuario de Estadísticas Culturales y la Encuesta de Hábitos y Prácticas Culturales en España.

Además, cabe destacar que las fuentes primerias son el principal apoyo del área de cultura pues los periodistas especializados tratan de forma directa con los directores y actores que están promocionando una película. Otros agentes que también hay que mencionar son los propios periodistas ya que en cultura se encargan de hacer críticas y reseñas de los eventos que se van a estrenar para ofrecer al público una opinión predeterminada de la película u obra de teatro. Eso garantiza que los espectadores pueden elegir entre un gran abanico de posibilidades a la hora de realizar actividades culturales.

¿Cómo es la calidad de los productos periodísticos especializados en el área desde el punto de vista del trabajo con las fuentes?

En el área de cultura la calidad periodística va en consonancia con la importancia que le da cada medio. En los medios especializados, hay más cantidad y diversidad de fuentes porque hablan directamente con los protagonistas de los hechos. Mientras que en los medios generalistas son más escasas porque muchas veces usan como fuentes a las agencias de noticias como son la agencia EFE o Europa Press.

Por otro lado, en los medios generalistas las fuentes principales son secundarias porque utilizan agencias de noticias para realizar las suyas. Mientras que, en los especializados, las fuentes son, principalmente, primarias ya que efectúan entrevistas a artistas, directores de cine, actores o escritores, etc. Además, en los medios especializados, la información procede del propio conocimiento del periodista ya que hace su propia crítica de la obra artística o la película que se va a estrenar próximamente. En su totalidad, las fuentes predominantes en esta área son personales; oficiales, testigos como creadores de contenido cultura; y, por último, primarias, como artistas, escritores, actores y directores.

El estilo, tono, código lingüístico, recursos expresivos utilizados…, ¿cómo son y cómo deberían ser para cumplir con las funciones ideales del periodismo especializado en el área?

Las funciones ideales del periodismo especializado en cultura y arte básicamente es la difusión de estos. Para lo cual se recoge, organiza y transmite la información bajo mecanismos narrativos específicos de su campo. Por este motivo, el periodismo especializado en esta área ha desarrollado su estilo, tono y código lingüístico correspondiente.

En el periodismo especializado en cultura y arte, mayoritariamente se puede encontrar un código lingüístico más expresivo, crítico, descriptivo. Cuenta con un lenguaje más elaborado, ya que domina elementos del medio que las personas interesadas en esta información suelen conocer, pero no son tan especializados como para que lo pueda entender un lector de intereses más amplios. Los contenidos fundamentalmente se basan en la descripción de los hechos y actualidades del mundo cultural con mayor grado de interés por parte del público, así como del expresivo en la que se expone de manera abundante los hechos sin límite de espacio.

La prensa especializada sí que utiliza un estilo más relacionado con tecnicismos y un tono más crítico. En cuanto a la combinación del tono y los recursos expresivos el periodista especializado en el área, este presenta un elemento personal que se ve enlazado a su propia sensibilidad sobre la cultura. En este caso cada periodista puede tener una perspectiva clave que lo diferencia. Este hecho se ve en otras áreas como la deportiva, en la que cada periodista cuenta con un elemento diferenciador y que también atrae el público. En el medio especializado, suelen tratarse primeramente las revistas ilustrada con fotografías, ocupando mucho espacio, que sirven para completar la información del propio texto y aportar efectos visuales. En las versiones web de las revistas como Leer se incluyen más recursos técnicos que la versión escrita, en donde las imágenes suelen ser el factor fundamental de captación del lector, por eso se da gran importancia a estas, buscando siempre el detalle más próximo a la información que posteriormente se ofrece.

¿Qué tipo de autores –periodistas, colaboradores, expertos, etc. — predominan?

En el periodismo especializado de arte y cultura, los periodistas que predominan en general son especializados en esta misma área, y los colaboradores pueden incluir actores y directores, comentaristas culturales e intelectuales del área. Además, cabe destacar que hay periodistas que escriben en los medios generalistas que no son especializados en cultura, pero que cubren este tipo de información sin ningún problema.

¿Cómo son y cómo trabajan los periodistas especializados/as en el área?

Dentro del área de cultura encontramos un tipo de especialización que se centra en dos partes; una primera basada en el conocimiento de los estilos utilizados antiguamente y otra en constante desarrollo dada la capacidad de evolución que tienen los géneros que se tratan.

Más allá del dominio básico de cualquier periodista, el especialista en cultura y arte debe tener amplios conocimientos sobre estos temas. Normalmente se especializan en esta área con el paso del tiempo y pueden contar con el soporte académico para implementar sus conocimientos, siendo los estudios en cine o historia del arte los principales grados para tener en cuenta.

Aunque para muchos periodistas de esta área lo difícil no es especializarse, sino que te tomen en serio, dado que el cine es el género que más se trata dentro del área y este es un elemento de ocio para la ciudadanía. Esto lleva a la interacción entre periodista y lector y a la creación de un debate que puede ser perjudicial, puesto que el lector puede considerar que lo escrito por el periodista es solo una opinión y no un trabajo de investigación y análisis de la pieza a tratarse.

Dentro del cine, se tiende a buscar la información en las fuentes primarias, ya sean notas de prensa o preestrenos, intentando no leer otras críticas para no tener ideas preconcebidas sobre la película. Normalmente los medios nacionales dejan muchos temas de la industria cinematográfica sin tocar, como pueden ser la venta de entradas o fusiones entre multinacionales. Para ello, se debe acudir a la prensa de Estados Unidos, concretamente a la de la ciudad de Los Ángeles, donde se encuentra Hollywood. En esta ciudad encontramos una gran cantidad de medios que le dan una alta importancia a la industria cinematográfica, ya que es uno de los elementos más importantes e icónicos de la ciudad. Entre estos medios cabe destacar:

· The Los Ángeles Times, como medio principal y más leído de la ciudad.

· L.A Records, centrado en la música y la cultura de la ciudad.

· The Hollywood Reporter, centrado en el cine.

· Variety, el grueso de su información corresponde al mundo del entretenimiento y se público principal son los ejecutivos de este sector. De periodicidad semanal, cuenta con una versión diaria llamada Daily Variety, publicada también en Los Ángeles y centrada en la información en Hollywood y Broadway.

En España podemos destacar a dos periodistas que pueden ser referencia y modelos a seguir. La primera figura destacable es la del crítico de cine de El País, Javier Ocaña. En segundo lugar, el también crítico de cine para El País y con un estilo propio de gran éxito, Carlos Boyero.

¿Qué nuevos medios, experiencias, iniciativas y/ o formatos podrían estar marcando el camino de la renovación del periodismo especializado en el área?

Al igual que en el resto de los ámbitos del periodismo, el que se especializa en arte también está influido en los últimos tiempos por internet. Las nuevas plataformas de streaming, las redes sociales y la capacidad de llegar a información prácticamente infinita a través de un Smartphone han provocado que las críticas de cine, que solían ser escritas de gran tamaño, se hayan reducido e incluso se desarrollen en otras plataformas. En este último caso destaca la figura de Carlos Boyero, conocido por sus aclamadas críticas. En los últimos años realiza pequeñas piezas audiovisuales de no más de cuatro minutos que se publican en la versión web de El País.

Estas piezas audiovisuales nacen de la necesidad del medio por mantener la atención del lector que busca una información más generalista, ya que este no acostumbra a leer una noticia de más de 500 palabras, además de poder acceder a otra información que le pueda parecer más interesante pinchando solamente en un enlace.

Por tanto, el periodismo especializado en cultura sigue el mismo camino que el periodismo más genérico, con gran actividad en redes sociales, llamando la atención del lector y logrando un gran posicionamiento web. La única diferencia que podemos encontrar es en el público que demanda un contenido más desarrollado y diferenciado dentro del área, aquellos contenidos que se quedan fuera de los generalista y que tienen un trabajo de investigación detrás. A este tipo de lector, no le influye el tamaño de una pieza periodística o el lugar donde se encuentre, ya que lo que busca es información de ese tipo, y por ello el ya mencionado Carlos Boyero también mantiene sus aclamadas críticas escritas.

Per chi scrivi?

Davvero, per te stessa? Perché ti fa stare bene? Perché qui allora? Perché non sul quaderno ocra a motivi etnici preso alla Feltrinelli? Perché “Publish”?

Pubblicare, publicus, rendere pubblico, rendere al pubblico. Rendere qualcosa al pubblico. Rendere te, pubblica, al pubblico. E così facendo –publish- renderti indietro a te stessa, come se fosse possibile osservarti dall’esterno mentre ti specchi. E’ possibile, lo vedi? Pubblichi; e basta controllare le statistiche, gli istogrammi, views, reads. Pubblichi, ti pubblichi.

Leggano in cinque, leggano in cento, leggano solo i tuoi amori.

Finalmente legittimi te stessa fuori da te stessa. Esiste una te fuori di te, fuori dai tuoi mentalismi, fuori dal tuo corpo, ed è quella che nasce al tictic della tastiera, tra doglie lessicali, senza tagli cesarei, per natura.

Così nascendo fuori di te, finalmente, ti rendi legittima. Smetti di cercare comprensione completa in tutti: non puoi averla, non arriverà mai. Lascia che ti comprenda chi ha voglia di farlo tra queste lettere, queste virgole, questi spazi. Lascia che parlino, quando ti interpretano. Chissà che un giorno smetteranno, e finalmente chiederanno. O forse continueranno a interpretare, e andrà bene, va bene: è segno che qualcosa da interpretare c’è.

Ricordati di te: ti sei pubblicata. E’ quanto di più puoi rendere a loro, alla tua audience, sia essa un editore, sia un insegnante, sia tua mamma.

Per chi scrivi?

Per te, per gli altri, perché hai qualcosa da dire, hai le parole, da sempre forma e contenuto, significante e significato, hai la pazienza di metterle in fila, combinarle fino a farle suonare, rileggerle fino a impararne l’ordine. Perché vuoi aiutare, vuoi creare arte, che per te è sinonimo di utile. L’arte migliore è utile, è scienza medica. Lascia perdere il “fine a se stesso”, “art for art’s sake”: sono bugie.

Pubblicati, che il tuo tictic sia utile a qualcuno, almeno ad uno, almeno a te.

Eros, as a Dimension of the Substance in Art!

Gazmend Freitag, Linz, 2018. Photo: Johann Traunwieser

By Senad Guraziu — Ars Poetica, N 2018 (Comment — Few words about the art of Gazmend Freitag)

…while reading some impressions along the blog-pages of Gazmend Freitag (who lives and works in Linz, Austria), a quote by H. de Balzac, chosen by Ursula Pfeiffer, who wrote some words about his paintings, seemed to me an excellent choice, a quote to express the whole idea: “Eroticism does not depend solely on the individual’s sexual morality, but also on the time and the culture of the environment where he lives”. According to me, the choice of Mrs. Pfeiffer is very purposeful, as concerning Balzac’s wisdom, of course there’s no need for comments.

Eros may be overlooked, art can be censored, mutilated… but Eros can’t be ruled out of genuine art. According to Picasso, “all art is nothing else but eroticism”. Thus for Picasso it was very clear, so clear that… as if his eyes were little bit clouded by the “clarity”.

But not only for the painters, also for poets, writers, all kinds of creators, artists of all genres… it’s “clear”. Gertrude Stein said that “(creative) literature that ignores sexuality is not or can’t be compelling literature”. She’s not the only one who was thinking so, but perhaps here it’s enough… for our comment not to extend like the “Chinese Wall” by listing examples.

However, that Eros is one of the fundamental dimensions of art, obviously it was known since the man had thrown his first steps in the artistic fields (sometimes I say so… as a joke). But in fact, perhaps even earlier. In Greek mythology Eros was the master of love, sensitivity, seduction and sexual desire, the very name “eros” means “desire.” It was one of the gods that is described or depicted with wings (just as angels are). The Roman counterpart of Eros was Cupid (again, the same, “desire”). Some versions of myths say that Eros was one of the primordial, original gods, that is to say, the very first gods and goddesses born of the nothingness of Chaos. In another mythological version it is said that Eros was the son of Aphrodite herself, the Goddess of Love. Thus, love and desire as if originate from the “origin” itself, from the forerunners of chaotic “divine”.

Charles Baudelaire, the famous poet of “The Flowers of Evil”, while in terms of poetical creativity he was such a “clear” guy, as an art critic, theoretically he had gone a little bit “around” by saying “sexuality is the lyricism of the masses.” Okay, the “rhetoric” is acceptable for a serious art critic like Baudelaire was.

According to Rosemary Lloyd (“Cambridge Companion to Baudelaire”, 2005), his poems “Parfum exotique”, “Le serpent qui danse”, “Le balcon”, “La chevelure” etc. were devoted to the “fatal” Muse, the famous “Venus Noire”, Jeanne Duval. For 20 years Duval was his Muse and mistress. Baudelaire had called her “mistress of mistresses”. It is believed that Duval for Baudelaire symbolized extreme beauty, the “fatal” beauty, dangerous sexuality. Both were severely suffering from syphilis, Baudelaire died of syphilis, just as she did.